Sul de Minas já tem quase 3 mil casos prováveis de dengue apontados pelo estado

maio 03, 2022

Os casos de dengue voltaram a crescer na região nos últimos dias. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG), Passos, Cássia e São Sebastião do Paraíso concentram mais de um terço de todos os registros do Sul de Minas.

De acordo com o último balanço da SES, já são 2.928 casos prováveis de dengue em todo o Sul de Minas. Entre as cidades com mais casos, se destacam Passos e outras duas cidades vizinhas, Cássia e São Sebastião do Paraíso. Somadas, elas respondem por quase 35% do total de casos de dengue do Sul de Minas.

São Sebastião do Paraíso é a cidade com mais casos prováveis pelo estado, já são 403. Seguida por Passos, com 393 e Cássia, com 212 casos. Paraguaçu vem depois, com 179 casos; Ouro Fino tem 160; Lavras, 137; São Tomé, 109 casos. Por fim, Alfenas, Campos Gerais e Pratápolis com 106 casos.

Pela Secretaria Municipal de Saúde de Passos, já são 821 casos de dengue notificados. O número é alto e tem preocupado a gestão municipal, que está reforçando os cuidados contra a doença e buscando a conscientização dos moradores.1 de 1 Sul de Minas já tem quase 3 mil casos prováveis de dengue apontados pelo estado — Foto: Reprodução EPTV

Sul de Minas já tem quase 3 mil casos prováveis de dengue apontados pelo estado — Foto: Reprodução EPTV

Segundo o diretor de Saúde Coletiva, Thiago Agnelo de Souza Salum, pode ser afirmado que a cidade de Passos vive um surto de dengue. “Vários bairros da cidade já tiveram um aumento significativo e nós estamos em um surto caminhando para uma possível epidemia na cidade”, alerta Thiago.

O maior perigo, segundo o diretor de Saúde Coletiva, são depósitos removíveis, ou seja, locais que a própria população pode eliminar, como pratos que ficam embaixo de vasos de plantas, copos plásticos, garrafas etc.

“O alerta, igualmente era para a Covid-19, também é para a questão da dengue. As pessoas que têm algum tipo de comorbidade, pessoas acamadas, crianças e nenéns que tem pouca mobilidade. O que a gente pede é que usem aquelas telas protetoras e repelente”, explica o diretor.

Fonte: G1

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